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segunda-feira, 30 de novembro de 2015
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quarta-feira, 25 de novembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
| Foto: Pio Figueiroa |
Alvo de críticas por ser estrela nas passarelas de um país predominante negro, a modelo sudanesa Alek Wek pouco se importou com os comentários maldosos nos bastidores do VIII MorumbiFashion Brasil, o maior evento de moda da América Latina, que aconteceu entre a quinta-feira 27 e a segunda-feira 31, em São Paulo. Aos 22 anos, a modelo sudanesa tem seus próprios conflitos para administrar. Ela não é apenas a top model que já desfilou para grifes como Fendi, Gucci e Chanel e foi eleita a mais bonita da década pela revista inglesa i-D. Tampouco é apenas uma refugiada que aos 14 anos fugiu do conflito que já matou quase 2 milhões de pessoas em 15 anos de guerra civil em seu país. “Ela é as duas coisas, uma condição atrai a atenção sobre a outra”, diz o gerente de comunicação da grife Ellus, Marcelo Sebá. Tanto que Alek integra o conselho deliberativo do comitê norte-americano para refugiados. Por onde ela passa, a questão sudanesa emerge. Como no desfile para a Ellus, na quinta-feira 27, grife que a contratou com exclusividade. A estrondosa recepção do público chegou a assustá-la. Alek é uma das poucas negras a fazer sucesso nas passarelas da moda. “Essas modelos têm uma limitação de mercado difícil de vencer”, explica Paolo Zampolli, presidente da agência americana ID Models. Ela mesma não parece disposta a colaborar para derrubar tais limites. “Prefiro não falar sobre minha condição racial”, diz. “Sou o que sou não por causa da minha cor, mas porque tenho talento e as pessoas gostam de meus traços.” O caminho até tornar-se uma das poucas a chegar ao topo foi tortuoso. Quando chegou à Inglaterra, onde se refugiou, teve de enfrentar um mundo tão incompreensível quanto o que deixara para trás. “Eu não sabia falar uma palavra de inglês”, lembra. No Sudão, ela não tinha televisão e jamais havia visto escadas rolantes ou condicionadores de ar. Descoberta aos 19 anos, quando caminhava pelas ruas de Londres, a modelo encantou-se com o Brasil. Aqui, reviveu um pouco de sua infância - e sem guerra: “Comia muito arroz e feijão no Sudão e não sabia que era uma comida típica brasileira”, diverte-se.FONTE ISTO É GENTE.
domingo, 22 de novembro de 2015
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
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segunda-feira, 9 de novembro de 2015
domingo, 8 de novembro de 2015
ELLUS SÓ NA PRODUÇÃO 655 UM POUCO DE HISTÓRIA
A Ellus foi criada em 1972 por Nelson Alvarenga. Atualmente, a grife tem direção criativa de Adriana Bozon, e desde 2008 faz parte do portfolio de marcas da holding Inbrands.
NELSON ALVARENGA
Visionário, o empresário Nelson Alvarenga investiu no mercado jeanswear quando ainda não se falava em jeans no Brasil.Era a década de 70, época em que a geração jovem lutava pela liberdade de expressão e, com esse espírito, a Ellus nascia em 1972.
Cinco anos mais tarde, o five pockets da marca se tornava objeto de desejo. Depois vieram outros hits, como o jeans Kanvas, colorido e o stone-washed, “o jeans lavado à pedra”, novidade trazida ao país com exclusividade pela Ellus.
Hoje, a Ellus é sinônimo de jeanswear ousado e autêntico. Presente em todo o Brasil, a marca também é distribuída na Europa, Oriente Médio, América Latina, Estados Unidos e Ásia.
ADRIANA BOZON
Diretora de criação da marca, Adriana Bozon começou cedo, ainda como trainee.Com quase vinte anos de empresa, Adriana é hoje diretora de criação tanto da Ellus quanto da 2nd Floor, grife mais jovem lançada em 2007 no São Paulo Fashion Week.
Sob seu comando, está uma equipe de criação jovem e repleta de novos talentos, entre eles estilistas, designers, ilustradores e demais criadores. Com isso, a Ellus garante o frescor e a originalidade que são a marca registrada de suas coleções.
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
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